Em comum com a Modernidade, entende-se que vivemos em um mundo físico sem possibilidade de qualquer intervenção sobrenatural; mas, ao contrário da confiança irrestrita na Ciência, a mente pós-moderna assume a impossibilidade de conhecermos algo de forma absoluta, seja por meios científicos ou através de alguma outra atividade humana. O conhecimento é encarado como mera convenção, usada por estruturas dominantes da sociedade ou como uma ficção útil, na esfera da comunidade. Logo, a verdade é apenas a que sirva à comunidade, sem se levar em conta se ela é lógica, ou corresponde à realidade. Em outras palavras: a verdade não precisa ser verdadeira!
É claro que a Pós-Modernidade possui inúmeras contradições internas, sendo uma delas o nivelamento de todos os sistemas religiosos, como se fossem equivalentes. A História (que os pós-modernos rejeitam como forma de conhecimento objetiva) já provou que mentalidades diferentes produzem experiências humanas diferentes (isso, ninguém pode contestar). Muitas das conquistas do Ocidente se devem à mentalidade cristã, que, entre outras coisas, produziu profunda valorização do ser humano, como alguém feito à imagem e semelhança de Deus. No centro da perspectiva moral cristã, se acham os dez mandamentos.
No século XXI, o maior desafio para quem queira seguir os 10 mandamentos (Êxodo 20) é colocá-los na perspectiva que a própria Bíblia lhes dá – eles não são verdadeiros tanto quanto qualquer código moral que se ache em outras literaturas religiosas, como o Livro dos Vedas, o Corão ou os escritos do Dalai Lama. A Bíblia é um livro exclusivista. Deus é, em Pessoa, a Verdade (Êxodo 34:6; Jeremias 10:10). Jesus Se declarou como sendo “o caminho, a verdade e a vida” (João 14:6). E os Seus mandamentos também são a verdade (Salmo 119:142).
Ao pensarmos no sábado, o quarto mandamento da Lei de Deus (Ex 20:8-11), temos de encará-lo não como um dia de serviço religioso. Ele é mais do que isso. É o tempo real ordenado por um Deus que existe e Se comunica conosco dentro desse tempo.
O Pós-modernismo, com suas contradições e incertezas, falha em dar base para as esperanças humanas. Nesse ponto, se torna ainda mais necessária a obediência ao quarto mandamento, que estabelece um vínculo entre a realidade humana, temporal, com o Deus eterno, autor da Esperança (1ª Pedro 1:3). A cada sábado, estamos em contato com Deus de forma especial, usufruindo dAquele que é a Verdade – e a Verdade Verdadeira.
Douglas Reis – formado em teologia, mantenedor do blog http://questaodeconfianca.blogspot.com e escritor.
Ao entrar nesse site me deparei com os comentários, e vi uns defendo o sábado e outros defendendo o domingo.tomei a decisão de enviar esse comentário na qual estou preparando-o para ser publicado ainda esse ano.Se alguém querer contestar o que está escrito aqui é só me enviar a sua resposta para esse email:antoniojoseribeiront25@gmail.com
ResponderExcluirAPRESENTAÇÃO
E
INTRODUÇÃO
Os estudos apresentados nesse livro cujo título; “O QUE VOCE PRECISA SABER SOBRE O SÁBADO DOS ADVENTISTAS” me inspirou pelo motivo dos adventistas e de outros sabadistas praticarem proselitismo á milhares de evangélicos espalhados pelo Brasil. Os sabadistas gregorianos falam tanto em sábado, Que quando encontra com algum evangélico, a mensagem deles não é outra coisa a não ser o sábado; ou seja, o sábado gregoriano. Eles vem com aquela artimanha de dizer assim: qual o dia que Deus manda observar? Às vezes a pessoa não tem resposta a dar, ou esta despreparada pra tal coisa. E eles começam com seguinte pergunta: você sabe qual é o dia de descanso que Deus mandou guardar? Como de fato o crente evangélico às vezes não sabe responder, logo o sabadista vem com essa resposta usando esses versículos bíblicos: “lembra-te do dia do sábado para santificá-lo”. Daí pra frente eles começam a falar sobre o sábado e apresenta esses textos da bíblia a seguir;
Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra, mas ao sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu,nem teu filho,nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.EX.20.8-11.”
Esse é o texto preferido dos adventistas e dos outros sabadistas. No entanto eles nunca falam que esse sábado no qual é mostrado por eles seja o shabat o sábado que os judeus guardam. Se realmente eles estivessem guardando mesmo esse sábado (shabat) deste texto, acho que eles estariam super certos, ou seja, se de fato eles guardassem mesmo o shabat, do modo que Deus ordenou o povo de Israel guardar, eles
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ResponderExcluirEstariam com toda a razão porque o sábado desse texto bíblico apresentado por eles é o shabat que os judeus guardam e observam com todo rigor exigido pela lei. Porém o sábado deles não é e nunca foi o shabat, sabemos que o sábado usado como dia de descanso por eles é o sábado gregoriano o sábado católico. No entanto quando perguntamos se eles guardam o shabat do jeito que Deus mandou os judeus guardar, eles ficam sem resposta. Por que isso acontece?Porque eles não guardam o shabat o verdadeiro sábado do decálogo. E eles ficam sem resposta a dar, Porque somente os judeus guardam do jeito que está ordenado em LV.23.2-4. O sábado do sétimo dia mandado por Deus nestes textos é o shabat o sábado solene, e solenidade são obras cerimoniais esse é o sábado do decálogo.
O amigo leitor nunca viu e jamais vai ver um adventista imitar o judeu que é verdadeiramente o sabatista da lei.O judeu é sabatista os adventistas e os outros de outras religiões são sabadistas, ou seja são sabadistas gregorianos. Amigo leitor fique sabendo que eles não guardam o sábado do decálogo do qual falam muito, porque é muito difícil para eles guardarem o shabat, pois eles vê que tem que fazer igual ao judeu de cumprir todas as cerimônias ligadas ao shabat, e por esse motivo eles inventaram um tal de “sábado moral” em paralelo, que realmente é o sábado gregoriano(para quem está desinformado o sábado gregoriano é o sábado católico que está no seu calendário pendurado na parede de sua casa). Nesse livro o amigo leitor vai conhecer que o sábado deles, é o sabbatum litúrgico. O sábado dos judeus é o shabat, o sábado do decálogo. Nesse livro o amigo leitor ficará conhecendo qual a diferença do discurso deles e a pratica. Também quero dizer ao amigo leitor; ninguém guardam o domingo, assim como nenhum dos adventistas e outros sabadistas também não guardam o shabat da lei.
Na verdade nem os católicos e nem os evangélicos em quase todo o mundo guardam o domingo, É Porque eles somente descansam seus corpos. Na verdade guardar no significado bíblico é muito mais que folgar corporalmente e socialmente num dia da atual semana.
Se buscarmos no sentido bíblico o que significa guardar um dia como repouso, com certeza estaremos descobrindo que esse significado, vai muito alem do que se entende, apenas como uso de descanso físico corporal. Sabemos com certeza que até o povo do mundo usa o domingo como descanso físico, (incluindo os evangélicos e a maior parte dos protestantes) e o povo sabadista em oposição, usam o sábado gregoriano como dia de descanso corporal.
Na qual se compararmos o jeito e a maneira de como os protestantes usam o domingo, e os adventistas mais os outros sabadistas usam o sábado gregoriano, vai dar na mesma coisa. Pois ambos somente descansam seus corpos nos finais
de semana e vai à igreja, ou seja, eles trocam o seis por meia dúzia.
Enquanto que o significado bíblico do shabat, para os judeus no antigo testamento, a realidade é muito outra, pois o significado de guardar ou observar a lei conforme Deus exige vai mais alem do que eles fazem na prática.
Para formar base para estudo desta obra, procurei ler a história do sábado que atualmente se encontra no calendário gregoriano, me empenhei a fazer minuciosamente uma busca profunda da sua origem e como que esse sábado foi parar lá (no calendário) e passou a ficar associado aos dias de feiras litúrgicas nos dias da semana, e como que foi introduzido esse sábado nesse calendário. Tenho feito um acompanhamento minucioso em toda a trajetória e história do sábado gregoriano. Para a minha surpresa descobri que esse sábado gregoriano, está totalmente fora do contexto bíblico, ou seja, não é o mesmo o shabat dos judeus. Na verdade é porque, não está escrito na bíblia sobre o sabbatum litúrgico. É também porque o sabbatum ou o sábado gregoriano, foi criado pela igreja católica. Esse sábado gregoriano é chamado de gregoriano porque pertence ao calendário gregoriano. E começou a pertencer á esse calendário desde o concílio de Nicéia 325 dC. Esse calendário
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ResponderExcluirEra chamado de Juliano anteriormente. Depois passou a ser chamado de calendário gregoriano após a reforma promovida pelo papa Gregório XIII Em 1582. E é justamente esse o sábado dos adventistas, que eles adotaram como dia de descanso corporal, na qual eles chamam de sábado do Decálogo colando-o em seus estatutos, ou seja, o estatuto da sua religião.
Esse é um sábado que não tem autenticidade bíblica, por ser o sabbatum litúrgico inventado pelo catolicismo romano. É um sábado profano copiado do sábado romano chamado de dia de saturno, um tipo de sábado das nações pagãs da antiguidade e que pertence ao calendário da igreja católica, desde o segundo século depois de Cristo.
O sabbatum litúrgico antes de ser transferido para o calendário juliano, anteriormente pertencia ao calendário eclesiástico católico e do latim litúrgico, muito antes do imperador romano Constantino chegar ao poder. Esse calendário eclesiástico era para uso interno e outros trabalhos das liturgias católicas. Era um calendário bem feito e bem organizado. Pois de fato já tinha os dias de liturgias todos programados pelos bispos. Esses dias eram chamados de feiras litúrgicas cujos nomes no latim litúrgico eram assim: dies Dominica; prima-feriae; segunda-feriae terça-feriae; quarta-feriae; quinta-feriae; sexta-feriae e sabbatum.
O amigo leitor já viu que no calendário eclesiástico tem o sabbatum. E é justamente esse o sábado que posteriormente levou o título de
“gregoriano”. O sábado gregoriano é o sábado adotado pelos adventistas e pelos outros sabadistas. Segundo a teologia dos adventistas esse sábado gregoriano é o mesmo sábado do decálogo. Porém eles não têm como provar que o sábado gregoriano seja o mesmo sábado do decálogo. Eu escrevi um capítulo nesta obra que compara a diferença entre o shabat e o sábado gregoriano; a diferença é enorme.
O domingo que no latim litúrgico é chamado de “dies Dominica” e o suposto sábado dos adventistas que vem do latim litúrgico católico no qual é chamado de sabbatum litúrgico, foram ambos criados pela igreja católica. O dies Dominica e o sabbatum litúrgico passaram a ser transliterados na língua portuguesa de: sábado e domingo.
E esse é um sábado estranho e está bem distante do que significa dia de repouso sabático nos moldes do que Deus exigia do povo de Israel na lei, quando esta ainda estava em vigência. Estaremos abordando neste livro, atualmente o que os sabadistas praticam e se apostatam do verdadeiro sentido bíblico do shabat no Pentateuco. Ou seja, está longe da verdade da palavra de Deus ensinada no velho testamento. No entanto esses dias litúrgicos que estão aí no atual calendário o gregoriano (aquele calendário que está na parede de sua casa) são apenas algo que foi herdado da igreja católica, quando estava caminhando para o seu auge no império romano.
Como de fato a igreja católica dominou religiosamente muitas nações, principalmente no passado, implantou o seu calendário litúrgico, e um idioma, o latim litúrgico internamente e acabou tomando posse do calendário Juliano, após o concílio de Nicéia em 325 DC. De lá para cá a igreja católica dominou religiosamente quase o mundo inteiro. Nessa época o calendário juliano já estava em seu poder, e de seus papas. A igreja católica e o papa Gregório XIII, deliberou reformar o calendário juliano em 15 de outubro de 1582, e após esta reforma o calendário passou a ser chamado de calendário gregoriano. E esse calendário chegou até nós na língua portuguesa, com os dias da semana com esses nomes: “dies Dominica” hoje chamado de domingo, antigamente chamado de primeira-feira, e o sabbatum litúrgico hoje em português chamado de sábado. ( não é o shabat.)
E os dias de feiras litúrgicas, herdados das liturgias católicas, chamado de (prima-feira) Dies Dominica; segunda-feira; terça-feira; quarta-feira; quinta-feira e sexta-feira; sábado (sabbatum).
Como de fato já tenho dito: Nessa época, a igreja católica dominou quase o mundo com a sua
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ResponderExcluirInfluencia tanto religiosa, como pelo poder bélico através dos reis que eram seus comungantes lealmente fieis. Apartir do concílio de Nicéia o “dies Dominica” ou prima feria, ou domingo, no império
romano passou a ser o dia oficial como dia de descanso. Ou seja, descanso apenas corporal com alguma ressalva de parte religiosa.
É dessa época pra cá que a igreja católica influenciou o domingo entre as nações. E também é nesse embalo que o domingo acabou ficando incorporado como dia de descanso social e corporal para todos os funcionários das empresas e religiões e seitas praticamente em quase todo o mundo, e chegou até nós nos dias de hoje. Isso não significa que esses funcionários e empresários guardam o domingo. Os trabalhadores e empregados e patrões simplesmente descansam socialmente folgando seus corpos nesse dia. E nunca como um dia de culto e de adoração á Deus em substituição ao shabat. Quando os empresários e os funcionários estão descansando socialmente seus corpos, no domingo, eles simplesmente só estão pensando é somente no descanso de seus corpos e nunca nas coisas de Deus. (a não ser que alguém seja convertido a Cristo) No entanto mesmo assim não estão em hipótese alguma guardando esse dia.
Da mesma forma aconteceu com o sabbatum litúrgico, pois de fato o sabbatum litúrgico tem sua origem nas liturgias católicas, Porém o sabbatum não foi classificado como dia oficial para ser usado como dia de descanso corporal.
No entanto nessa época era um dia muito especial dentro da igreja católica como dia de reza e jejum e orações promovidas pela igreja romana, conforme o seu calendário litúrgico tentando assim imitar o shabat, ou o dia de saturno das nações pagãs.
O sabbatum do latim litúrgico, que no idioma português tem o nome de sábado, chegou até nós por esse caminho, ou seja, através do calendário gregoriano. Essa foi à trajetória do sabbatum do latim litúrgico que hoje o chamamos de “sábado” nome muito apreciado pelos adventistas, e eles o adotaram como se fosse o sábado do decálogo, porém o sábado do decálogo é com certeza o shabat; e os adventistas jamais guardam o shabat.
Nesse livro estarei revelando que esse sábado deles não é o shabat da lei, pois há uma enorme diferença entre o sábado deles e o shabat do decálogo. Quando a igreja adventista foi fundada, os seus fundadores pegaram ou tomaram o sábado que está no calendário gregoriano, (que na verdade é um calendário católico) para ser usado como um dia de descanso como se fosse o shabat da lei.
No entanto o sábado do calendário gregoriano não tem nada haver com o shabat da lei. O sábado do calendário gregoriano tem sua origem no sabbatum litúrgico que foi inventado pela igreja católica, e introduzido no calendário eclesiástico e litúrgico católico, para ser usado em seus trabalhos de liturgias. E enquanto que o shabat, foi criado por Deus e depois introduzido na lei, e no calendário hebraico pelos israelitas, e usado pelo povo de Israel por ordem de Deus como mandamento, como dia de descanso corporal com forte vínculo ao culto à Jeová o todo-poderoso Deus.
Se compararmos o shabat que os judeus guardam, com o sábado dos adventistas, o sábado do calendário católico gregoriano, a diferença é grande. A diferença é tão grande, entre os dois sábados que um é de origem divina e o outro é de origem do homem, ou seja, o shabat tem a sua procedência na criação de Deus, o primeiro registro do título “sábado” de fato aconteceu quando Deus entregou a lei a Moisés no Sinai, o shabat também foi ordenado com exclusividade ao povo de Israel a guardá-lo.
Enquanto que o sábado dos adventistas e dos outros sabadistas tem sua origem dentro das liturgias católicas, que na verdade é o sabbatum litúrgico. Cujo sábado se encontra introduzido no calendário gregoriano, e que tem o nome de sábado gregoriano.